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jun 30

DOR NO JOELHO TEM TRATAMENTO!

dor no joelho

Atualização:

Por que tanta gente sente dores no joelho?

A  articulação do joelho é uma das mais complexa dos membros inferiores,  que mais permite mobilidade, com uma extensão grande do movimento. Os fenômenos degenerativos do joelho costumam estar presentes a partir da quinta década de vida e acometem todas as estruturas articulares.

A artrose primária é geralmente associada a anormalidades do alinhamento dos membros inferiores, sendo o joelho varo a anormalidade mais freqüente. A parte interna do joelho, o compartimento medial é o primeiro a sofrer alterações, depois os compartimentos do joelho são comprometidos de modo global.

Inicialmente, manifesta-se com sinovite, ou seja, ocorrem alterações inflamatórias que produzem dor discreta ou moderada, de forma mal-localizada ao redor do joelho, agravada durante a flexão e extensão do joelho. Pode ocorrer sensação de rigidez matinal que melhora com atividade, atrofia e fraqueza do músculo quadríceps, limitação do movimento com encurtamento dos músculos e tendões das cadeias posteriores  e crepitação durante a movimentação do joelho.

 

Numa fase tardia, ocorre a perda da função ligamentar e muscular muscular, o que dificulta o caminhar, subir e descer as escadas. O processo é mais intenso na fase inicial. Com o passar dos anos, a dor torna-se menos intensa e o desgaste articular progride e compromete a função articular.

 

No entanto, as alterações degenerativas também podem secundárias a fraturas articulares, lesões e cirurgias meniscais, doenças metabólicas ( gota ) ou afecções reumáticas ( por exemplo, artrite reumatoide e artrite psoriásica). Nos casos secundários, a evolução é distinta da artrose primária.

Condições que podem estar associadas:

Cisto sinovial poplíteo ou cisto de Baker: Corresponde à dilatação de uma das bolsas da fossa poplítea que se comunica com o espaço articular. Quando há aumento na produção de líquido sinovial, o cisto é preenchido pois a comunicação com a cavidade articular ocorre via estreita comunicação com mecanismo valvular unidirecional que impede o retorno do seu conteúdo para a cavidade da articulação.

Os cistos podem causar parestesias por compressão nervosa e edema por estase no membros inferiores e podem se romper espontaneamente ou durante a realização de exercícios. Nestes casos, o líquido sinovial  infiltra-se na panturrilha e desencadeia uma a reação inflamatória que se manifesta como calor, edema e rubor.

 

Lesões condrais: 

Dor costuma estar acompanhada de derrame articular ( sensação de calor, inchaço e inflamação dentro do joelho).

 

FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-36162012000100001

Corpos livres articulares: 

Costumam ser secundários a lesões,  condrais. Causam dor aguda, intensa e travamento articular (bloqueio) devido à interposição do fragmento osteocondral, simulando uma lesão meniscal. Evolui com derrame articular recorrente e persistente, associado a atrofia do músculo quadriceps.

 

 

Síndrome dolorosa miofascial: 

podem causar dor referida moderada a intensa na região anterior do joelho quando o ponto-gatilho localiza-se no glúteo mínimo e/ou biceps femoral e/ou poplíteo e dor na região anterior do joelho quando o ponto gatilho encontra-se no vasto medial, reto femoral ou adutor longo.

DOR NA REGIÃO POSTERIOR DO JOELHO

MÚSCULO GLÚTEO MÉDIO
MÚSCULOS GASTROCNÊMIOS
MÚSCULOS ISQUIOTIBIAIS E BÍCEPS FEMORAL
MÚSCULO POPLÍTEO

DOR NA REGIÃO LATERAL DO JOELHO

 MÚSCULO QUADRÍCEPS – VASTO LATERAL
MÚSCULO TENSOR DA FÁSCIA LATA

 

 

DOR NA REGIÃO ANTERIOR DO JOELHO – PATELA

MÚSCULO QUADRÍCEPS – RETO FEMORAL

 

MÚSCULO QUADRÍCEPS – VASTO INTERMÉDIO
MÚSCULO ADUTOR LONGO E CURTO

DOR NA REGIÃO INTERNA DO JOELHO

 

 MÚSCULO GRÁCIL 


 

MÚSCULO QUADRÍCEPS – VASTO MEDIAL
MÚSCULO ADUTOR MAGNO

Condromalácea: 

Amolecimento e posteriormente fissuração e fragmentação da cartilagem patelar, at
é ocorrer exposição do osso subcondral. É causa de dor moderada a intensa, profunda na região anterior do joelho – na patela, agravada durante o deslocamento da patela contra o fêmur ( descer escadas e rampas), e dor localizada após período de imobilidade.

Acompanha-se de crepitação e estalidos da articulação. Geralmente é consequência de solicitações mecânicas inadequadas com distribuição anormal das pressões articulares. Por exemplo, alinhamento em valgo, desequilíbrio entre atividade de grupo musculares ( fraqueza do vasto medial, encurtamento isquiotibiais, retração do retináculo lateral da patela), anormalidade do desenvolvimento da tróclea, lateralização da tuberosidade anterior da tíbia e o aumento do ângulo quadricipital (angulo Q), deformidade em rotação externa da tíbia.

Depósito de gordura subpatelar dolorosa: 

Causa dor no joelho associada a sensação de aumento de volume em cada lado do tendão patelar.

Tendinite patelar: 

Processo inflamatório agudo ou crônico do tendão patelar.

 Bursite: 

Há 13 bursas sinoviais ao redor do joelho, que podem evoluir para um processo inflamatório.

Síndrome anserina ( acompanhada ou não de tendinite e/ou bursite na inserção da pata de ganso):

Dor na face medial do joelho, ao subir e descer escadas, dor à palpação na área de inserção da pata de ganso e ocasionalmente um inchaço local. Pode simular lesão de menisco medial.

 

Sensibilização segmentar raiz nervosa lombar 3 e  4 (L3-L4)

 Lesões ligamentares: 

Os ligamentos são faixas de tecido resistente (conjuntivo fibroso) que conectam as extremidades ósseas, possuem inúmeros receptores sensitivos ( inclusive para dor e propriocepção). São estabilizadores passivos:  LCP – Ligamento cruzado posterior, LCA – Ligamento cruzado anterior, LCM – ligamento colateral medial, LCL- ligamento colateral lateral. Pode ocorrer rompimento parcial ou total destes ligamentos, principalmente durante movimentos torcionais.

A lesão ligamentar pode ser classificada da seguinte maneira:
Grau I – Estiramento leve. O ligamento é levemente danificado em uma entorse.
Grau II – Ruptura parcial do ligamento
Grau III – Ruptura completa do ligamento, instabilizando a articulação.

 

 

Menisco lateral e medial

São estruturas de fibrocartilagem  com as seguintes funções: lubrificação, estabilização, amortecimento e distribuição do peso exercido dentro da articulação. Lesões meniscais são associadas ao desgaste progressivo da cartilagem articular e desenvolvimento de osteoartrite.

 

 

 

PLANO TERAPÊUTICO DE REABILITAÇÃO

 A demanda funcional (dor, função e idade) do paciente é que determina o tipo de reabilitação e a indicação de procedimentos minimamente invasivos de reabilitação e até procedimentos ortopédicos.

Recursos no Tratamento
da pessoa com dor

Frente a um paciente com o diagnóstico de osteoartrose, o médico deve estabelecer um programa terapêutico individualizado e multidisciplinar, objetivando reduzir os sintomas, melhorar a função e limitar incapacidades.”

FONTE: http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=3077&fase=imprime

FASE INFLAMATÓRIA

A terapêutica inicial, na fase inflamatória, inclui repouso do joelho afetado, compressas de gelo para casos agudos, medicações anti-inflamatórias e meios físicos para analgesia e redução do processo inflamatório.

Além disso, podem ser indicadas joelheiras para maior conforto do paciente.

ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS

A redução do percentual de gordura ( perda de peso) é OBRIGATÓRIO, tanto para reduzir sobrecarga nas articulações quanto para reduzir o processo inflamatório sistêmico presente na osteoartrose/ osteoartrite primária.

Além disso, o controle do diabetes e de outras doenças metabólicas é essencial.

ÓRTESES

Deve-se corrigir situações de desvio do joelho e pé plano, sempre que possível. Em casos selecionados, pode-se prescrever até mesmo  palmilhas com cunhas anti- varo ou anti-valgo de tornozelo associadas a tornozeleira estabilizadoras.

 Há uma infinidade de joelheiras, cada uma com indicações precisas. Por exemplo, podem ser confeccionadas em fibras de carbono, com hastes laterais rígidas, visando um maior suporte, contenção e redução descarga de peso.

Além das joelheiras confeccionadas em neoprene, há tecidos que incorporam biocerâmica às fibras, que teoricamente leva ao aquecimento local, desencadeando aumento do volume da microcirculação e do fluxo sanguíneo, auxiliando na resolução do processo inflamatório.

As órteses também podem ser indicadas para repouso articular e posicionamento, prevenindo deformidades.

PROTEÇÃO ARTICULAR

– Técnicas de auto- cuidados: por exemplo auto-massagem

– Usar uma almofada entre as coxa ao dormir,

– Não durma com o travesseiro embaixo dos joelhos, pois  com uma deformidade em  flexu de joelhos, deixando a perna aparentemente mais curta.

– Evitar ficar na mesma posição ( em pé ou sentado) por muito tempo

– Usar calçados adequados para absorver o impacto da marcha e que oferecem segurança no andar

– Evitar subir e descer escadas/ rampas em excesso. Se necessário, preferir subir/descer em zigue-zague ou na diagonal

– subir primeiro o degrau com a perna não acometida

– colocar apoio na parede do banheiro para evitar escorregões

– evitar cruzar as pernas ao sentar

– para levantar de uma cadeira,aproxime-se da borda da cadeira e use a força dos braços

– evitar ajoelhar-se. Para rezar, por exemplo, faça-o sentado

– corrigir desalinhamentos posturais

– alternar afazeres com períodos de repouso

– usar bengala ou andadores, quando indicado, até a melhora da dor, com intuito de reduzir sobrecarga na articulação.

CINESIOTERAPIA

De qualquer modo, sempre há indicação da realização de exercícios terapêuticos supervisionados por um profissional capacitado, com enfâse:

– estimulação sensorial e conscientização corporal para melhorar posturas viciosas

– exercícios ativo assistidos para aumentar Amplitude de Movimento nos casos de limitação:

–  exercícios de fortalecimento da musculatura global da articulação, restabelecendo o equilíbrio entre as cadeias musculares.

Se for necessário, iniciar com exercícios isométricos.

Realizar relaxamento pós isométrico.

Enfâse nos músculos comprometidos por pontos-gatilhos miofasciais.

Progedir conforme tolerância.

– progredir treino de fortalecimento de estabilizadores do joelho associado  ao treino de propriocepção e equilíbrio.

 

 

– Muitos casos beneficiam-se da realização de exercícios terapêuticos dentro da piscina (hidroterapia ou hidroginástica).

– Exercícios de condicionamento físico: Nos casos leves a moderados de osteoartrose,  deve ser encorajada atividade física aeróbica, de baixo impacto, como a natação ou a hidroginástica. Além disso, exercícios em bicicletas e fortalecimento da musculatura do quadríceps, quando bem orientado, mostra bons resultados na osteoartrose de joelhos.

OUTRAS POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS CONSERVADORAS:

 – Treino de fortalecimento em aparelho isocinético (CYBEX)

– Uso de Nitratos tópicos – em tendinoses

– Terapias manuais

– KinesioTaping

FONTE: http://www.kinesiotapingbrasil.com.br/sobre/algumas-aplicacoes

– Fitoterapia

O uso de medicamentos extraídos de plantas já está bem estabelecido no tratamento da osteoartrose. Ressalto que o medicamento diacereína é extraída da planta comestível Ruibarbo, o ácido acetil salicílico, AAS, é extraído das folhas de salgueiro, o Arpadol ou Harpagophytum procumbens é extraído da planta Garra do Diabo e ainda os insaponificáveis de soja e do abacate.

A diacereína é extraída do ruibarbo

Além disso, há produtos tópicos  como a Capsaicina tópica: substância encontrada na pimenta, que reduz a substância P, reduzindo a transmissão dos estímulos e produtos comercializados em spray extraídos da erva-baleeira ou “maria milagrosa” (Cordia verbenacea).

Além disso, cresce o uso de Curcuma longa (extraído do açafrão da terra) nos sintomas de dor nos joelhos e do extrato de  Boswellia serrata

– Suplementação nutricional

A ingesta do colágeno tipo II não desnaturado bioidêntico, derivado da cartilagem  do frango, patenteada como UC-II, pode produzir efeitos de imunomodulação. A exposição a este colágeno pode reduzir a reação imunológica que agride a cartilagem articular.

Além disso, suplementação de ômega 3 e vitamina D, quando indicadas, possuem uma ação imunomoduladora, com efeito anti-inflamatório.

TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA

O tratamento medicamentoso depende de inúmeros fatores: grau de incapacidade dolorosa, tipo de componente da dor (aguda x crônica), sintomas comportamentais relacionados a dor, entre outros

DOR AGUDA: analgésicos e anti-inflamatórios

DOR CRÔNICA: Há inúmeras medicações que podem ser usadas na dor crônica secundária a osteoartrose. Por exemplo: antidepressivos tricíclicos (Amitriptilina, nortriptilina, entre outros) promovem o relaxamento muscular, aumentam a tolerância a dor, melhoram a qualidade do sono, O relaxante muscular de ação central (ciclobenzaprina) também pode ser usado, com efeitos semelhante a amitriptilina. Os antidepressivo inibidores de recaptação de serotonina (fluoxetina e paroxetina, entre outros) podem  promover uma melhora nos distúrbios de ansiedade.

Os neurolépticos fenotiazínicos (ex. clorpromazina) podem ser associados aos antidepressivos, com importante efeito no sistema límbico (emoções), efeito ansiolítico e relaxante muscular quando usado em associação. Os anticonvulsivantes também podem ser usados como neuromoduladores (aumentando a tolerância a dor) e em quadros específicos de dor. Os indutores do sono (Zolpidem) podem ser usados em alguns casos específicos para melhora) do padrão de sono e no desmame dos benzodiazepínicos (rivotril, diazepam, entre outros).

– MEDICAÇÕES MODIFICADORAS DA DOENÇA OSTEOARTRÍTICA – OSTEOARTRITE/OSTEOARTROSE

FONTE: http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=3077&fase=imprime

PROCEDIMENTOS TERAPÊUTICOS DE REABILITAÇÃO – MINIMAMENTE INVASIVOS

– Acupuntura

Considerada efetiva na redução da dor e da incapacidade funcional da osteoartrose de joelhos.

– Bloqueio de nervo femoral, safeno e  paraespinhoso L3/L4

FONTE: Bloqueio nervo femoral – http://www.anestesiaregional.com/

– Infiltração extra-articular (bursa, tendão e ligamentos)

– Infiltração intra-articular de joelho

– Viscossuplementação

Infiltração de ácido hialurônico

– Inativação pontos – gatilho miofasciais comprometidos

 – Mesoterapia

 – Terapia por ondas de choque

PROCEDIMENTOS ORTOPÉDICOS (indicados em casos refratários e atletas de alto rendimento):

– via artroscopia

– via aberta

 Ressalta-se que a dor nos joelhos podem ser altamente incapacitante. Após uma avaliação criteriosa do médico Fisiatra, elabora-se um plano terapêutico individualizado e todos os esforços devem direcionados ao controle da dor e da restauração funcional.

 Em casos selecionados, pode-se indicar procedimentos de reabilitação ou até mesmo a avaliação do cirurgião ortopedista.

 De qualquer forma, os procedimentos representam uma das etapas do processo de recuperação, mas não a única. Eles são uma das ferramentas para o sucesso do plano terapêutico de reabilitação do paciente, que sem dor, consegue iniciar os exercícios terapêuticos para restabelecer a função, modificando os fatores desencadeantes e  os vícios posturais, com resultados mais eficazes.

Como em outras síndromes dolorosas crônicas, as orientações terapêuticas devem incluir mudanças de hábitos posturais inadequados em sono e vigília, hábitos alimentares e ingesta hídrica, exercícios terapêuticos, uso de medicamentos, entre outros.

 Desconfie de soluções mágicas e fáceis.

 

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Médica Fisiatra – Dor e Reabilitação
Procedimentos Minimamente Invasivos em Medicina da Dor

Para mais informações ou agendamento de sessões terapêuticas com a Dra Maike Heerdt entre em Contato

 

17 comentários

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  1. Ana Julia aquino

    Bom dia, tenho 16 anos, no começo meus joelhos apenas estalavam, depois estalavam e doiam principalmente ao levantar quando eu sentava no chão ou agachava, eu subo quatro escada e consequentemente desço na minha escola, mas ao subir sinto muuuuuita dor nos dois joelhos, quando chego no meu andar eu sento no chão e espero a dor ficar menos pior então eu levanto e vou para a sala de aula arrastando os pés de modo a dar passos curtos evitando dobrar os joelhos, hoje foi o pior dia eu cheguei do intervalo e sentei no chão do fundo da sala e começou a doer, acontece que a dor não melhorava e sim piorava, eu não conseguia levantar e como dois muito passei a aula toda no chão e na maioria do tempo eu chorava com alguma pontadas.

  2. SILVIA RAMOS

    Bom Dia!
    Parabéns pela matéria.
    Tenho 58 anos e um quadro dramático de artrose no joelho. Há 10 anos, com apenas um escorregão, precisei de cirurgia e 02 pinos no meu joelho esquerdo. Hoje, com uma ressonãncia que dá vontade de chorar, e um quadro de recuperação da fase aguda de dor, vou fazer nos próximos dias fisioterapia e viscosuplementação.
    Gostaria de um tratamento conservador com exercícios e dieta (tô com 15 kgs acima do peso) voltados para o meu problema. Posso encontrá-lo na sua clinica?

    1. Maike Heerdt

      Olá Sra Silvia,

      Você pode nos encontrar na Clinica Minnd, End: R. Bento de Andrade, 228
      Jardim Paulista, São Paulo – SP, ou pelo telefone (11) 982898651

  3. Marcelo Rocha

    Olá Dra Maike. Seu post realmente é excelente e por isso me encorajei para escrever minha duvida.
    Meu nome é Marcelo, tenho 39 anos, e estou praticando corrida de rua a 10 meses. estou com peso normal (84 kg e 1,90 mt) e corria de 5 a 8 km em dias alternados. Nao sentia dor alguma mas ultimamente (últimos 2 meses) toda vez que eu corro, nos dias seguintes sinto muita dor na lateral inferior interna do joelho. Fui ao ortopedista e diagnosticou lesão da pata de ganso. Tomei anti-inflamatório, fiz fisioterapia, a dor desaparece mas toda vez q eu volta a correr (sem forçar, por exemplo 3 km), a dor reaparece nos outros dias.
    Não tenho joelho varo nem valgo, e minha pisada é normal. Ao caminhar 5km por exemplo não sinto nada. Eu sei que preciso tratar a causa. mas o que eu devo fazer?

    1. Maike Heerdt

      Bom dia Marcelo
      Obrigada por compartilhar a sua história aqui. A avaliação biomecânica dinâmica é muito importante. Você gostaria de agendar uma consultoria online?

  4. Ariana Silva

    Nossa, excelente! Dá vontade de mostrar para o meu médico, quem sabe ele fica mais efetivo nas sugestões de resolução do meu problema.

    1. Maike Heerdt

      Muito obrigada pela sua apreciação.
      A Dra Maike Heerdt, com especialidade Medicina Física e Reabilitação, realmente possui como missão levar mais esperança de diferentes possibilidades terapêuticas no alívio da dor. No entanto, é essencial o direcionamento com um plano terapêutico de reabilitação. Muitas vezes, é importante uma avaliação biomecânica do pacientes, dos fatores perpetuantes da dor, além alívio da dor.
      Ressalto que as especialidades da Ortopedia possuem um foco em disponibilizar possibilidades cirúrgicas para o paciente.

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  5. Pedro Henrique

    Meu nome é Pedro e eu sinto muitas dores na parte posterior do joelho porque caminho longas distâncias todos os dias e para dormir de lado tenho muitas dificuldades em apoiar um joelho em cima do outro, eu preciso colocar uma almofada entre minhas pernas porque a dor é intensa. Fui no médico e ele me disse que estou encurtamento do ísquio. Teria alguma possibilidade de outras estruturas musculares e ligamentares estarem lesionadas?

    1. Maike Heerdt

      Prezado Pedro,

      Obrigado pelo seu comentário.

      A estrutura funcional do joelho envolve inúmeras estruturas: ligamentos, tendões, músculos, Bursas, meniscos, fascias, cartilagem, disfunção em quadril e pé.
      É importante buscar uma orientação especializada para o seu caso.

      Se tiver interesse,entre em contato com nossa equipe para podermos agendar uma sessão com a Dra Maike

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  6. Tereza QWueiroz

    Olá, meu nome é Tereza e tenho condromalacia de grau IV e posso dizer que não é nada facil estar vivendo isso, mas vamos que vamos o que não podemos é desanimar. Mas gostaria de parabenlizar a Drª Maike por esta materia, nunca vi uma explicação tão completa e de facil entendimento, é a primeira vez que pude ver com tanta clareza todos os sintomas e grupos musculares, articulações e tendões, parece que você descreveu e desenhou todos os meus sintomas, e as informações para os tratamentos. Parabéns e sucesso 😉

  7. ELISOM BORGES DE LIMA

    oi meu nome é elisom borges tenho 36 anos levei uma pancada no joelho e fiz um ultrasom deu que tenho cisto de baker e o medico mereceitou antigramatorio queria saber se tem outro metodo ou so com remedio vai funcioanr

    1. Maike Heerdt

      Prezado Elisom,

      Muito obrigado pelo seu comentário,

      É necessário uma avaliação individualizada após exame físico biomecânico detalhado e seguindo uma metodologia sistemática. Qual a metodologia de tratamento escolhida para a sua reabilitação? Para saber mais sobre a metodologia de tratamento da Dra Maike Heerdt entre em contato em :http://dortemtratamento.com.br/contato

      Estamos preparando material em video para ajudar a trazer mais informações para os visitantes do site, entre e se inscreva: https://www.youtube.com/channel/UCviNXKUTgNfv_gBGKhLd2Qw

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  8. Thaynara Stakoviak

    Olá, meu nome é Thaynara e tenho 17 anos, tenho Artrose nos dois joelhos e tenho dificuldade de agachar, subir escadas, cruzar as pernas, ficar na mesma posição por muito tempo e um pequeno esvio do joelho deixando ele aparentimente torto. Meu pai tem Artrose, o que desencadeou para eu ter também, faço Hidroginastica para a perda de peso e no alivio das dores, tenho curiosidade em saber se Terapias de choques seriam melhor que hidroginastica e Quais os piores alimento a serem consumidos por quem tem Artrose? Obrigada

    1. Maike Heerdt

      Prezada Thaynara,

      Muito obrigada pela sua pergunta

      No post:http://dortemtratamento.com.br/2014/06/osteoartrose-dor-no-joelho-tem-tratamento.html , descreveu-se as inúmeras possibilidades de tratamento para dor no joelho. No entanto gostaria de enfatizar que os tratamentos podem e devem ser combinados, de forma interdisciplinar, desta maneira a terapia de ondas de choque pode ser combinada a hidroginástica, pois possui efeitos e objetivos diferentes. Qual foi a metodologia de dor no joelho que foi avaliado para o seu caso?

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  9. Saúde Encima

    Gostei das informações. Conteúdo relevante para ajudar a combater esse mal.

  10. Wesley

    Olá td bem meu nome é wesley tenho 36 anos e a um ano sofri um rompimento do tentao patelar até hj ainda não estou conseguindo correr mas andar sim subir e descer escada com muita dificuldade gostaria de umas dicas sobre esse assunto por favor

    1. Maike Heerdt

      Prezado Wesley,

      Muito Obrigada pelo comentário e pelo interesse no assunto. Cada caso deve ser individualizado e avaliado adequadamente numa consulta médica presencial, com história e exame clínico com um médico experiente neste tipo de dor são essenciais para o tratamento efetivo da dor.

      Entre em contato e agende a sua sessão fisiátrica presencial” Método Viva Mais e melhor: dor tem tratamento.

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