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set 08

CIDADE SÃO PAULO

O Brasil possui dimensões continentais e infelizmente não há especialistas em Medicina Física e Reabilitação em todos os estados brasileiros. A grande maioria está localizada na cidade de São Paulo e nem todos os fisiatras focam no tratamento e reabilitação da dor.

Deste modo, recentemente publicou-se  informações sobre aquisição de transporte aéreo para buscar tratamento médico especializado. Saiba como ganhar passagem aérea para tratamento médico

Esta postagem tem o objetivo de trazer maiores informações também sobre a cidade de São Paulo, inclusive hospedagem.

Informações úteis

Localização do consultório: CENTRO MÉDICO AROEIRAS Google Maps

Hotéis mais próximos ao consultório: 

Blue Tree Premium Paulista Site do Hotel

Riema Saint Charbel Site do Flat

Outras opções: 

Como chegar:

DE CARRO: O Centro Médico Aroeira está localizado na região central de São Paulo, próximo da Avenida Paulista, Avenida Nove de Julho e da rua Augusta. A entrada do estacionamento fica na Rua Dona Adma Jafet 74 

DE ÔNIBUS: Utilize as linhas que passam pelo corredor de ônibus da Avenida Nove de Julho. O Centro Médico Aroeira encontra-se a aproximadamente 200 metros da plataforma Getúlio Vargas do corredor. Outras opções incluem as linhas da Avenida Paulista (800 metros) e da rua Augusta (600 metros). Para maiores informações, acesse o site www.sptrans.com.br

DE METRÔ: O Centro Médico Aroeira fica a cerca de 800 metros Trianon Masp e 1000 metros da estação Consolação, Ambas da linha verde do metrô – Linha 2.  

DE AVIÃO: O trajeto do Aeroporto de São Paulo/ Congonhas até o Centro Médico Aroeira tem pouco mais de 10 quilômetros e pode demorar 20 minutos ou mais, dependendo do trânsito. Entre o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica (Guarulhos) e o Centro Médico Aroeira o trajeto é de quase 30 quilômetros

 

Telefones e sites

EMERGÊNCIAS

• Emergência de trânsito – 194
• Emergência de saúde – 192
• Polícia Civil – 147
• Polícia Militar – 190
• Bombeiros – 193
• Achados e Perdidos (Correios) – www.correios.com.br/servicos/achados_perdidos
• Serviços 24 horas – www.emsampa.com.br/page30.htm ewww.guiamais.com.br/24horas
• Defesa do Consumidor – 151

INFORMAÇÕES SOBRE TELEFONES

• Assinantes locais – 102
• Ligações internacionais – 000333

TRANSPORTES

• Metrô – 0800-7707722 www.metro.sp.gov.br

• Ônibus municipais – 156

• Aeroportos – São Paulo Guarulhos (11) 2445-2945; Congonhas (11) 5090-9000; Campo de Marte (11) 2221-2699

• Airport Bus Service – 0800-2853047 ou (11) 3775-3850 www.airportbusservice.com.br

• Terminais Rodoviários: Tietê, Barra Funda e Jabaquara – (11) 3866-1100 www.socicam.com.br

• Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – 0800-0550121 – www.cptm.sp.gov.br

• Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis – www.abla.com.br

• ADETAX – Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo –www.adetax.com.br/precos.asp

• SINDITAXI – Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo – (11) 5573-5200 www.sinditaxisp.org.br Para consultar endereços de pontos de táxis clicar em “Vai de Táxi”

TURISMO E LAZER NA CAPITAL 

• São Paulo Turismo – www.spturis.com / www.cidadedesaopaulo.com

• São Paulo Convention & Visitors Bureau – www.visitesaopaulo.com

• Dicas de Passeios – www.cidadedesaopaulo.com/fiquemaisumdia

• Catraca Livre – www.catracalivre.com.br

• Bilhetes e ingressos –
Ingresso.com – (11) 4003 2330 www.ingresso.com
Ingresso Fácil – (11) 4003 2245 www.ingressofacil.com.br
Ingresso Rápido – (11) 4003-1212 www.ingressorapido.com.br
Tickets For Fun – (11) 4003-5588 premier.ticketsforfun.com.br
Futebol Card – (11) 2344-4210 www.futebolcard.com

OUTRAS INFORMAÇÕES

• Acessibilidade – Boa parte dos locais públicos estão adaptados para portadores de necessidades especiais. Mais informações:
www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/pessoa_com_deficiencia

• Jornais e revistas locais – www.estadao.com.brwww.folha.uol.com.brwww.vejasaopaulo.com.br

• Previsão do tempo na Capital – http://www.prefeitura.sp.gov.br/servicos/cidadaos/meio_ambiente/clima

• Previsão do tempo no Estado – http://www.defesacivil.sp.gov.br/meteorologia.asp

Sobre a Cidade


Fundada em 1554 pelos jesuítas, São Paulo, capital do maior Estado do sudeste Brasileiro, é também o principal centro financeiro e de negócios da América Latina. Cidade mais populosa do Brasil, do continente americano e de todo o hemisfério sul do mundo, São Paulo é também considerada a cidade brasileira mais influente no cenário global. Ademais, São Paulo é berço do cenário cultural do país, com forte desenvolvimento artístico em suas diversas expressões – música, teatro, artes plásticas, entre outros.

São centenas de descontos e benefícios oferecidos pelos associados do SPCVB: hotéis, bares, restaurantes, espaços de lazer, casas de espetáculos, parques temáticos, clínicas de estética, escolas de idiomas, museus, e diversos serviços como locadora de veículos, táxis e estacionamentos espalhados pela capital paulista, litoral e interior.

 

Pontos Turísticos

Um dos principais destinos turísticos brasileiros, São Paulo atrai visitantes com diferentes propósitos: lazer, eventos e principalmente negócios. Entre seus atrativos naturais, arquitetônicos e históricos, encontram-se importantes monumentos, parques e museus, como:

Estação da Luz

Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem.

A estação tornou-se porta de entrada também para imigrantes, promovendo a pequena vila de tropeiros a uma importante metrópole. Esta importância, concedida à São Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.

Em 1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em 1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).

Serviço:
Estação da Luz
Praça da Luz, 1 – Luz – São Paulo (Metrô Luz)
Tel.: 0800-55-0121
E-mail: usuario@cptm.sp.gov.br
Site: www.estacaodaluz.org.br
Horário: todos os dias, das 4h às 24h
Grátis

Memorial da América Latina

Inaugurado em 18 de março de 1989 na Barra Funda, o Memorial da América Latina foi criado para difundir as manifestações latino-americanas de criatividade e saber, sempre com o objetivo de interagir relações culturais, políticas, econômicas e sociais.

Em uma área com 84.480 m², o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o espaço em cima de um projeto cultural desenvolvido pelo sociólogo brasileiro Darcy Ribeiro, que sempre defendeu a integração da América Latina.

O espaço é dividido em ambientes como a Praça Cívica, um espaço aberto onde se encontra um dos maiores símbolos do Memorial, a escultura “A Grande Mão”, simbolizando o sangue derramado pelos povos latino-americanos na luta pela liberdade; o Salão de Atos Tiradentes, com seis painéis que contam a saga da colonização latino-americana; o Auditório Simon Bolívar, famoso por já ter recebido chefes de Estado como Bill Clinton, Fidel Castro e Hugo Chávez, entre outros; a Biblioteca Latino-Americana, com o maior acervo especializado em cultura latino-americana, com cerca de 30 mil volumes; o Pavilhão da Criatividade Popular Darcy Ribeiro, em que há uma maquete com quase mil pequenas peças, criada pelos artistas Gepp e Maia, com os principais pontos turísticos dos paises latino-americanos e cenas como uma do livro de Ernest Hemingway escrita em Cuba, “O Velho e o Mar”. O pavilhão abriga também uma exposição permanente de arte popular latino-americana.

No local há ainda o Anexo dos Congressistas, espaço dedicado a atividades acadêmicas, diplomáticas e pequenas exposições, e a Galeria Marta Traba de Arte Latino-Americana, inaugurada em 1998 e também projetada por Oscar Niemeyer, em um espaço que funcionava originalmente como restaurante especializado em gastronomia latino-americana.

Além de todos esses ambientes, o Memorial destaca-se como um dos principais pontos turísticos da cidade pelos grandes nomes que recebeu até hoje, como Luciano Pavarotti e o Balé de Cuba. Também foi durante anos a sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Lá nasceu o projeto da Universidade de Música e a Orquestra Jazz Sinfônica.
O Memorial recebe grupos para visitas gratuitas e monitoradas. O espaço tem uma grande área ao ar livre, mas a falta de árvores o deixa com o clima árido.

Serviço:
Memorial da América Latina
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – Zona Oeste (Metrô Barra Funda)
Tel.: (11) 3823-4600
E-mail: bancodeideias@memorial.sp.gov.br
Site: www.memorial.sp.gov.br
Horário: De terça a domingo, das 9h às 18h
Grátis

Museu do Ipiranga

A idéia de erguer um monumento em homenagem à independência do Brasil no local da proclamação, às margens do rio Ipiranga, surgiu meses depois ao acontecimento. No entanto, por falta de verbas e de entendimentos quanto ao tipo a ser criado, somente após 68 anos da proclamação que a idéia se concretizou com a inauguração do edifício-monumento, em 1890. Para tal, em 1884 foi contratado como arquiteto o engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi.

O estilo arquitetônico adotado, eclético, há muito estava em curso na Europa e viria marcar, a partir do final do século XIX, a transformação arquitetônica de São Paulo. Bezzi utilizou, de forma simplificada, o modelo de palácio renascentista.

Atualmente o museu é um dos ícones da cidade e sua importância é marcada tanto pela imponência do prédio e de suas instalações quanto pela grande parte da história do Brasil que abrange. Conta com um acervo de mais de 125 mil peças, entre mobiliários, trajes e utensílios que pertenceram a figuras da história brasileira como bandeirantes, imperadores e barões paulistas do café.

Há ainda coleções de armas brancas, peças da Revolução Constitucionalista de 1932 e uma sala reservada a Santos Dumont, pioneiro da aviação, com maquetes de seus aparelhos e objetos de uso pessoal. Além disso, as instalações do museu abrigam uma biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos. Ao redor do prédio, um grande e belíssimo jardim é utilizado como recanto para os românticos, usado para os exercícios de quem gosta de ginástica ou para recreação das crianças.

O espaço também promove cursos, seminários e outros eventos, bem como presta serviços à comunidade, atendendo instituições, pesquisadores, professores, estudantes e público em geral e ainda presta assessoria e consultoria, além de distribuir publicações da instituição.

Um sinal do amor do paulistano para com a área é a interferência e medida de proteção ao museu. Fundada em 1º de setembro de 1995, a Sociedade Amigos do Museu Paulista (Sampa) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, destinada a promover o desenvolvimento e o aprimoramento das atividades do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, bem como contribuir nas áreas de pesquisa, publicações, curadoria e atendimento ao público. A extensão de ações junto à população é uma de suas principais metas.

Serviço:
Museu Paulista (Museu do Ipiranga) 
Parque da Independência, s/nº – Ipiranga – Zona Sul
Tel.: (11) 2065-8000
Site: www.mp.usp.br
E-mail: mp@edu.usp.br
Horário: Terça a domingo, das 9h às 17h
Preço: R$ 4 (inteira) e R$ 2 para estudantes. Grátis para crianças até seis anos, idosos e portadores de necessidades e também no primeiro e terceiro domingos do mês. O acesso ao jardim e ao monumento é livre

Museu da Língua Portuguesa

Recursos de interatividade e tecnologia para apresentar os conteúdos são os diferenciais de um dos museus mais frequentados do Brasil. O acervo é exposto de forma inovadora e inusitada. A visitação é feita de cima para baixo. No auditório do terceiro andar pode ser assistido um vídeo de dez minutos sobre o surgimento da língua portuguesa. Depois a pessoa passa para a Praça da Língua, onde um audiovisual, com textos projetados por toda a sala, ilustra a riqueza do idioma falado no Brasil.

No segundo andar uma galeria exibe uma tela de 106 metros com projeções simultâneas de filmes sobre o uso cotidiano do português. Totens – esta seção leva o nome de “Palavras Cruzadas” – explicam as várias influências de outros povos e línguas na formação do idioma. Uma linha do tempo que mostra a história do idioma e uma sala (Beco das Palavras) com jogo eletrônico didático sobre a origem e o significado das palavras encantam pelos recursos interativos. Completa este andar uma exposição de painéis que mostram a história do prédio que abriga o museu e a Estação da Luz.

Por fim, o primeiro andar possui um espaço para mostras temporárias. A inauguração homenageou “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa. Já houve também exposições sobre Clarice Lispector e Gilberto Freyre.

Os elevadores do museu também compõem o espaço expositivo, pois tem vista panorâmica para a Árvore da Palavra, uma escultura de 16 metros criada pelo artista Rafic Farah, e ainda oferecem áudio que repete um mantra composto por Arnaldo Antunes.

Serviço:
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/n – Centro (Estação Luz do Metrô e da CPTM)
Tel.: (11) 3326-0775
E-mail: museu@museudalinguaportuguesa.org.br
Site: www.museudalinguaportuguesa.org.br
Horário: De terça a domingo, das 10h às 17h. Última terça do mês, das 10h às 22h
Preço: R$ 4 (inteira). Grátis para crianças até dez anos e idosos. Aos sábados a visitação é gratuita

Museu de Artes de São Paulo (MASP)

Inaugurado em outubro de 1947 por Assis Chateaubriand, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) é fruto de uma aventura de duas pessoas com visão revolucionária para sua época e apoiadas por um grupo de amigos.

Fundador e proprietário dos Diários e Emissoras Associados, juntamente com o professor Pietro Maria Bardi, jornalista e crítico de arte na Itália recém chegado ao Brasil, Chateubriand criou a coleção mais importante do hemisfério Sul. O feliz encontro entre eles alinhou o Brasil com os países de primeiro mundo no universo das artes.

O projeto que vinha sendo cultivado há décadas obteve muito sucesso após inaugurado, arrecadando os fundos necessários à aquisição de obras de arte para formar o acervo do museu.
Lina Bo, arquiteta modernista italiana e esposa do professor Bardi, concebeu arquitetonicamente o prédio atual do Masp. O terreno da Avenida Paulista havia sido doado à municipalidade com a condição de que a vista para o centro da cidade, bem como para a Serra da Cantareira, fosse preservada. Assim, ela idealizou um edifício sustentado por quatro pilares, permitindo, assim, aos que passam pelo local descortinar o centro da cidade. Em construção civil é único no mundo com o corpo principal pousado sobre quatro pilares laterais com um vão livre de 74 metros.

O Masp mantém pinacoteca, biblioteca, fototeca, filmoteca, videoteca, cursos de artes e serviço educativo de apoio às exposições, exibição de filmes e concertos musicais de interesse artístico e cultural. Desse modo, coloca-se como primeiro centro cultural de excelência em nosso país.

O visitante pode apreciar no edifício da Avenida Paulista obras da escola italiana incluindo Rafael, Andrea Mantegna, Botticceli e Bellini; de pintores flamengos como Rembrandt, Frans Hals, Cranach ou Memling e espanhóis como Velazquéz e Goya.

A maior parte do núcleo de arte européia do Masp é de pintura francesa. Podemos apreciar os quatro retratos das filhas de Luiz XV, pintados por Nattier, ou as alegorias das quatro estações de Delacroix. Do movimento impressionista, encontramos obras de Renoir, Manet, Monet, Cézanne e Degas. Dos pós-impressionistas é possível ver quadros de Van Gogh e de Toulouse-Lautrec.

Um dos destaques do acervo é o espaço dedicado à coleção completa de esculturas de Edgar Degas. Em bronze e com 73 peças, só pode ser vista integralmente em poucos museus, como Metropolitan, em Nova York, e no Museu D`Orsay, em Paris, além do Masp.

O espaço foi criado para ser dinâmico, com perfil de centro cultural. Por isso possui espaços diferenciados para realização de exposições temporárias. O visitante sempre encontra uma novidade em sua visita ao local, por mais frequente que seja. As exposições temporárias apresentam os mais variados temas ou suportes. Exposições nacionais e internacionais de arte contemporânea, fotografia, design e arquitetura se revezam durante o ano, trazendo ao público um universo de imagens.

O Masp também apresenta projetos musicais, cinema e palestras. Os dois auditórios projetados por Lina destinam-se a essas atividades.

Serviço:
Museu de Artes de São Paulo (Masp)
Avenida Paulista, 1.578 – Cerqueira César – Centro – São Paulo (Metrô Trianon-Masp)
Tel.: (11) 3251-5644
E-mail: comunicacao@masp.art.br
Site: www.masp.art.br
Horário: De terça a domingo e feriados, das 11h às 18h. Quinta, das 11h às 20h
Preço: R$ 15 (inteira) e R$ 7 (estudante com carteirinha e idosos)
Grátis às terças e para menores de dez e maiores de 60 anos

Museu do Futebol

 A capital cultural da América Latina inova mais uma vez e abre o único museu no mundo voltado exclusivamente para o futebol sem ter ligação com nenhum clube específico. O acervo multimídia, o aspecto futurista das instalações e referências aos grandes fatos da história brasileira do século XX são garantias de um ótimo passeio mesmo para os menos fanáticos pela modalidade. Com investimento de R$ 32,5 milhões, o Museu do Futebol é um dos grandes atrativos turísticos da cidade.

O projeto ocupa área de 6,9 mil m² embaixo das arquibancadas do Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu. Sua arquitetura se destaca por integrar os espaços: o teto é a própria arquibancada, uma passarela liga os lados leste e oeste do prédio e permite uma bela visão da praça Charles Miller.
Três eixos norteiam a ida do museu: Emoção, História e Diversão. O visitante começa o percurso no saguão de entrada, batizado de Sala do Torcedor, onde estão reunidos objetos utilizados pelos torcedores como chaveiros, cinzeiros, flâmulas, broches e bandeiras.

Depois de torcer é hora de se sentir entre os ídolos. A pessoa circula entre grandes painéis suspensos da Sala Anjos Barrocos, nos quais são exibidas as imagens em movimento de craques como Pelé, Falcão, Zico, Bebeto, Didi, Romário, Ronaldo, Gilmar, Gérson, Sócrates, Rivelino.

Personalidades como Zagalo, Armando Nogueira, Galvão Bueno, Juca Kfouri, Arnaldo César Coelho, Daniel Piza, João Gordo, Marcelo Tas e Ruy Castro narraram seus gols preferidos. Suas vozes podem ser ouvidas na Sala dos Gols. Gravações originais de Ary Barroso, Fiori Gigliotti, Oduvaldo Cozzi, Waldir Amaral, Jorge Cury e Osmar Santos estão disponíveis na Sala do Rádio.

No eixo “História”, a Sala das Origens mostra a importância da fusão étnica em nosso futebol com fotos e um vídeo. Na Sala dos Heróis são apresentadas personalidades brasileiras que marcaram o século, entre elas jogadores como Leônidas da Silva e Ademir da Guia. Dentro de um túnel fechado o visitante experimenta a sensação do “Rito de Passagem, a copa de 50”. Taças gigantescas formadas por quadros e telas de cristal líquido mostram as principais características do país nos períodos entre as Copas do Mundo. A Sala Experiência Pelé e Garrincha é uma homenagem aos craques que nunca perderam uma partida jogando juntos.

No eixo “Diversão” o visitante conhece a Sala dos Números e Curiosidades, um grande almanaque interativo, e a da Dança do Futebol, na qual pode ouvir crônicas sobre elementos como o drible e o gol. A Sala Jogo de Corpo proporciona uma experiência muito divertida, já que o visitante pode bater um pênalti e saber a velocidade de seu chute.

O passeio termina na Sala Pacaembu, que celebra este que é um dos estádios mais antigos do País.

O Museu do Futebol ainda oferece carrinhos de bebê gratuitos para o passeio, tudo isso para o fanatismo ao esporte não ter tamanho e nem idade!

Serviço:
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/nº – Pacaembu
Tel.: (11) 3663-3848
E-mail: contato@museudofutebol.org.br
Site: www.museudofutebol.org.br
Horário: Terça a domingo, exceto nos dias de jogos no Pacaembu, das 10h às 18h
Preço: R$ 6

Parque Ibirapuera

Previsto para ficar pronto no dia 25 de janeiro de 1954, no aniversário de 400 anos de fundação da cidade de São Paulo, o Parque do Ibirapuera só foi aberto no dia 21 de agosto do mesmo ano.

O projeto teve a participação do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, em parceria com o famoso paisagista Roberto Burle Marx. Por ocasião da inauguração, a Comissão Executiva do IV Centenário era presidida pelo poeta Guilherme de Almeida.

Atualmente quem passeia por lá pode escolher entre suas diversas atrações, entre elas o Museu de Arte Moderna (MAM), o Pavilhão da Bienal, a Oca, o Pavilhão Japonês, o Planetário e o Viveiro. Além disso há várias áreas para atividades físicas, ciclovia, 13 quadras e playgrounds. E a entrada de cães é permitida.

O Pavilhão da Bienal é um espaço que sedia alguns dos acontecimentos mais importantes de São Paulo. O primeiro grande evento que abre o calendário anual da capital paulista acontece lá. É o São Paulo Fashion Week, que reúne os nomes mais quentes da atual moda brasileira e traz para a cidade uma verdadeira constelação de modelos. O encontro acontece duas vezes por ano – em janeiro (moda inverno) e julho (moda verão) – e está incluído no calendário oficial e mundial de moda. Também no espaço alternam-se, ano pós ano, outros dois eventos de peso: nos anos pares, a Bienal de Artes, e nos ímpares, a de Arquitetura. Lá ainda acontecem grandes feiras e congressos, como a Adventure Sports Fair, a maior de esportes e turismo da América Latina.

Já a Oca, cujo formato faz jus ao nome, é famosa por sediar exposições, incluindo Picasso na Oca, a maior retrospectiva já realizada sobre o pintor espanhol na América Latina, Corpos Pintados e Dinos na Oca, que conta com mais de 400 peças em dez mil metros quadrados.

O Pavilhão Japonês é um espaço destinado à difusão da cultura do oriente e sua comunidade residente no Brasil. Abriga obras de arte, carpas coloridas e um imenso jardim japonês.

O Museu da Arte Moderna foi fundado em 1948 por Francisco Matarazzo. O MAM inscreve-se na história cultural da América Latina como um dos primeiros espaços de arte moderna do continente. Seu acervo tem cerca de 4 mil obras de arte contemporânea brasileira, entre elas pinturas, esculturas e gravuras, entre outras.

O Viveiro Manequinho Lopes consiste num local para lazer diferenciado. Anualmente seus arbustos e mudas são utilizados pela administração pública em jardins e arborização de ruas e avenidas. Entre as espécies encontradas no espaço estão Pau-brasil, Ipê e Tipuana, entre outras espécies.

O Parque do Ibirapuera é o mais frequentado de São Paulo e tem o maior número de atrações. Recebe cerca de 20 mil visitantes de segunda a sexta, 70 mil aos sábados e 130 mil aos domingos.

Serviço:
Parque do Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana – Zona Sul (a 5 Km do Metrô Santa Cruz)
Tel.: (11) 5574-5177
Site: www.prefeitura.sp.gov.br
Horário: das 5h às 24h 


Bairro da Liberdade


Até o início do século passado era apenas um bairro como todos os outros que circundam a região do centro, mas com o decorrer dos anos tornou-se o reduto da maior colônia nipônica fora do Japão. A Liberdade é atualmente um dos principais pontos de visita daqueles que vêm à capital.

A imigração dos japoneses para o Brasil começou em 1908, com a chegada do navio Kasatu Maru no porto de Santos. O início da caracterização da Liberdade como bairro típico do país oriental se deu no ano de 1912, quando os primeiros visitantes começaram a se fixar na Rua Conde de Sarzedas. Antes disso, aqueles que decidiam trocar a Ásia pelo Brasil se direcionavam principalmente para o interior do estado de São Paulo.

Com o passar do tempo, esses “desbravadores” foram se habituando ao local e as atividades comerciais à moda japonesa passaram a surgir ali. O resultado de décadas dessa influência é o que pode ser observado hoje: a Liberdade é um pedaço do Japão na maior metrópole da América do Sul. Calcula-se que cerca de 400 mil japoneses e descendentes morem hoje na capital.

O turista mais atento pode perceber que imigrantes de outros países do oriente também são encontrados com frequência na região. Mas a despeito disso, o bairro ainda concentra manifestações culturais nipônicas. Muitos falam o idioma materno e várias fachadas são escritas com ideogramas japoneses.

Entre as atrações do local estão restaurantes e docerias típicos, além de lojas e livrarias com artigos daquele país. Outras particularidades que atraem os visitantes são a arquitetura peculiar do bairro, as tradicionais lanternas japonesas que enfeitam a maior parte das ruas da região e os grandes pórticos (tóri) situados na Rua Galvão Bueno.

Destaque também para o Templo Busshinji (tel.: 11 3208-4515), representante da comunidade zen-budista de tradição Soto Shu, que fica na Rua São Joaquim e pode ser visitado. Semanalmente, às quartas e aos sábados, há meditação dirigida especialmente aos iniciantes. Para o passeio ser completo, o turista ainda deve conhecer a feira de artesanato, que acontece aos finais de semana na Praça da Liberdade, junto à saída da estação do Metrô de mesmo nome. O local também abriga eventos tradicionais como o Tanabata Matsuri (Festa das Estrelas), que acontece em julho.

Avenida Paulista


A famosa Avenida Paulista se tornou ícone máximo dos paulistanos. Como um dos pontos turísticos mais característicos da capital, sua grandiosidade diferencia São Paulo das outras cidades do Brasil e do mundo.

Difícil é imaginar que a região, em meados de 1782, era apenas uma grande floresta denominada Caaguaçu (“mato grande” em tupi) pelos índios. Era ali, atravessando o sítio do Capão, que a estrada da Real Grandeza cortava a vegetação grossa com uma pequena trilha. Quando o engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima, juntamente com dois sócios, comprou a área, começou a trabalhar na sua urbanização de forma inovadora, criando grandes lotes residenciais. Em 8 de dezembro de 1891 foi inaugurada a primeira via a ser asfaltada e a primeira arborizada. A população da cidade não passava de 100 mil habitantes quando a Avenida Paulista ficou pronta.

Seu desenvolvimento prosseguiu com a inauguração do Parque Villon, em 1892, também conhecido como Parque Trianon. Anos mais tarde o nome foi alterado para Parque Tenente Siqueira Campos, mas o apelido Trianon permanece. Sua área verde é remanescente da Mata Atlântica e ele apresenta espécies nativas e diversas esculturas.
Em 1903, empresários paulistas fundaram o Instituto Pasteur de São Paulo. Direcionado para a pesquisa do vírus rábico, desde o início está instalado no mesmo edifício. O Sanatório Santa Catarina, primeiro hospital particular da cidade, foi construído em 1906. Atualmente a região abrange um dos maiores complexos hospitalares do mundo.
Na década de 50, as construções residenciais, com seus estilos variados, começaram a ceder lugar aos edifícios comerciais. Um dos marcos da arquitetura moderna foi a inauguração do Conjunto Nacional, em 1956.

A região atraiu muitos investimentos por estar bem localizada e possuir grande infra-estrutura. Todo esse interesse consolidou a avenida como o maior centro empresarial da América Latina. Devido à grande quantidade de sedes de empresas, bancos e hotéis, a Paulista recebe milhares de turistas de negócios todos os dias.

Além da vocação econômica, oferece rica variedade de programas culturais. O Masp (Museu de Arte Moderna Assis Chateaubriand), inaugurado em 1968, possui o acervo da arte ocidental mais significativa dos países latinos. A Casa das Rosas foi concebida em 1928 por Ramos de Azevedo nos padrões do classicismo francês. A construção onde funciona um centro cultural dedicado à poesia hoje é tombada por seu valor histórico. Essas pérolas culturais e tantos outros cinemas, teatros, centros culturais e cafés garantem um passeio repleto de opções. As pessoas que circulam por toda sua extensão (2,8 Km), tanto utilizando o metrô, como ônibus ou caminhando, encontram diversos restaurantes e lanchonetes e conhecem os magníficos prédios e obras que se espalham por ali.

A Associação Paulista Viva foi criada no final da década de 80 com o objetivo de preservar a imagem do símbolo de São Paulo e melhorar a qualidade de vida de todos que frequentam a mais famosa via da cidade.

Gastronomia

Falando-se em gastronomia, São Paulo reflete sua multiculturalidade pois tem opções para todos os gostos, desde o mais simples “prato feito” (conhecido por PF), até as mais requintadas tendências da cozinha internacional. Para os descendentes de italianos, é na capital paulista que preparam-se as melhores pizzas do mundo. Em São Paulo também são preparados pela colônia japonesa sushis e sashimis dignos de fazer inveja aos melhores restaurantes de Tóquio. As churrascarias são de alta qualidade, concorrendo igualmente com as melhores da Argentina e do sul do Brasil e por aí vai.

Apesar de todo o processo de globalização, essa capital ainda mantém suas tradições como o arroz com feijão e banana frita, o quibebe, o cuscuz, a pamonha e o curau – todos alimentos bem paulistanos, fruto dos primeiros colonizadores que abriram caminho para o desenvolvimento de uma das gastronomia mais diversas das Américas.

 

Onde Comer no Bairro Bela Vista?

Spoleto

Rua Rui Barbosa, 704Bela Vista

Restaurante Brigadeiro

Extra Hiper – Brigadeiro (Av Brigadeiro Luís Antônio, 2013) – Bela Vista

Terraço Paulista

Rua São Carlos do Pinhal, 200Bela Vista

Esquina do Joaquim

Al Joaquim Eugênio de Lima, 30Bela Vista

Paraná Café e Bistrô

Rua Barata Ribeiro, 230Bela Vista

Spot Paulista

Al Ministro Rocha Azevedo, 72Bela Vista

Outback Shopping Frei Caneca

(Rua Herculano de Freitas, 48) , Bela VistaSão Paulo , SP Brasil


Espero que este texto ajude os pacientes !

 Fonte: Site oficial de turismo da Cidade de São Paulo
São Paulo Turismo S/A

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