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jun 08

CANELITE TEM TRATAMENTO!!

Canelite é uma queixa muito comum em atletas, especialmente corredores. No entanto, também é descrita nos seguintes esportes:  atletismo, tênis, voleibol, beisebol, dança, esqui na neve, levantamento de peso, remo, golfe, hóquei, futebol, futebol americano, basquete, entre outros . Diante de um paciente jovem atleta queixando-se de dor nas pernas, devemos pensar em três principais diagnósticos diferenciais: periostite, fratura de estresse e síndrome compartimental crônica.


FONTE: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2012/10/fique-por-dentro-das-diferencas-entre-canelite-e-fratura-por-estresse-na-tibia.html


FONTE:http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?fase=r003&id_materia=3874

A Periostite ou  Síndrome do estresse tibial medial é classicamente definida como uma condição que produz dor medial na perna devido a exercício de corrida ou marcha repetitiva – lesão por esforço repetitivo/sobrecarga.

Esta condição limita-se a inflamação musculotendinosa, devendo-se excluir fratura de estresse e alterações isquêmicas/síndrome compartimental. Causas mais raras incluem síndrome compressiva do nervo fibular, síndrome compressiva da artéria poplítea, trombose venosa, neoplasias, infecções, fraturas, alterações da fáscia, espasmo muscular.

O termo popular “canelite”, e seu equivalente em inglês “shin splint”, descrevem apenas o quadro de dor na perna desencadeada pelo exercício. Facilmente confundida com dor anterior por insuficiência dos músculos tibial anterior ou extensor dos dedos, que realizam a dorsiflexão e extensão dos dedos (levanta a ponta do pé para cima).

Atualmente acredita-se que há variadas lesões de estresse tibial, inclui-se tendinopatia, periostite, remodelamento periostal e reação de estresse da tíbia, sendo que a fratura de estresse da tíbia seria uma complicação das reações de estresse. Disfunção dos músculos tibial posterior, tibial anterior e solear podem estar associadas a esta síndrome.

Acredita-se que a musculatura enfraquecida reduz a absorção de choque das extremidades inferiores e permite a redistribuição de forças para o periósteo e osso, aumentando o estresse sobre determinados pontos focais. A fadiga muscular observada nas situações de sobrecarga física contribui para o processo.

QUADRO CLÍNICO

 

Geralmente, o paciente refere uma dor vaga e difusa na perna, na porção medial distal da tíbia. Na fase inicial, a dor é pior no começo do exercício e gradualmente melhora durante o treino e após cessar o exercício. Entretanto, na fase tardia, a dor pode ocorrer em  repouso.

Deve-se avaliar a rotina semanal de exercícios do atleta, inclusive terreno de treino, calçados, intensidade, ritmo, distância percorrida.

Os fatores mais comuns na etiologia da “canelite” são:

aumento súbito e desproporcional do volume de treino (freqüência, intensidade, duração e velocidade)  sem o adequado reforço muscular na parte anterior da perna, para suportar esta mudança na sobrecarga mecânica (em inglês “to much, too fast”). Ou seja, a musculatura não está forte o suficiente para responder ao aumento de sobrecarga.

sexo feminino, sendo que o gênero aumenta também o risco de progressão para fratura de estresse

– lesões prévias em membros inferiores

– distância de corrida superior a 20 milhas (32 km)  por semana

– vícios posturais ex. descarga de peso inadequada (principalmente na ponta do pé), passadas longas

– alterações biomecânicas: genu varo, genu valgo, torção tibial, anteversão femoral, discrepância de membros inferiores, anormalidades arco plantar, hiperpronação articulação subtalar.

 

FONTE: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2848339/

– calçados inadequados

– superfície de treino inadequada (terrenos rígidos e íngremes)

 

Fonte: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/treinos/guia/correr-na-areia-ajuda-na-preparacao-fisica-mas-exige-cuidados-do-atleta.html

 

– fraqueza muscular, inclusive dos estabilizadores quadril e pelve – “Core”

 

FONTE: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2848339/

– alteração flexibilidade miotendínea e desbalanço muscular, principalmente isquiotibiais, quadríceps, tríceps sural
– variações na inserção muscular
– inadequado preparo físico
– lesões prévias em membros inferiores, incluindo as seguintes estruturas: músculos, partes moles e óssea da coluna, pelve e extremidade.

CANELITE TEM TRATAMENTO? 

O plano terapêutico de reabilitação deve ser o mais individualizado possível e depende da avaliação criteriosa, dos achados encontrados no exame físico, da gravidade da lesão, da intensidade, frequência da dor do paciente. Sendo fundamental descartar fratura de estresse quando suspeita diagnóstica, condição que necessita tratamento mais agressivo.

Recursos no Tratamento da pessoa com dor

 

 

As possibilidades terapêuticas incluem:

FASE AGUDA

– Repouso
A primeira medida terapêutica a se adotada é o repouso relativo e cessação dos esportes por um período de 2- 6 semanas, dependendo da severidade dos sintomas. Em alguns casos, pode-se adotar redução do volume e intensidade das atividades físicas até o nível que não provoque a dor.
– Tratamento medicamento: analgésicos (paracetamol, dipirona, viminol) e anti-inflamatórios
– Dessensibilização com meios físicos
Crioterapia – Gelo 15-20 minutos, diretamente na área afetada, após o exercício.
Modalidade de calor profundo (ultra-som, fonoforese), mobilização partes moles e  estimulação elétrica podem ser usadas.

FASE SUBAGUDA
– Mudança rotina de treino e abordagem alterações biomecânicas

REDUZIR  50% da frequência, intensidade e distância de corrida semanal ou redução do volume e intensidade até o nível que não provoque a dor. O paciente deve estar ciente de que a presença da lesão aumenta o risco de progressão para fratura por estresse.

EVITAR correr em colinas, terrenos inclinados e/ou rígidos
“CROSS-TRAINING” intercalar treino com exercícios de baixo-impacto (natação, corrida em piscina, elíptico, bicicleta ergométrica. Exercícios aquáticos ou bicicleta ergométrica podem ser utilizadas para manutenção do condicionamento cardiorrespiratório.

AQUECIMENTO Por exemplo: caminhar por pelo menos cinco minutos antes de iniciar a corrida

USAR calçados de corrida adequados à pisada e à forma e ao tamanho do pé, solados e palmilhas que absorvem impacto, contra-fortes firmes que estabilizem o calcanhar.

ALTERNAR CALÇADOS, especialmente se um par estiver úmido

TROCAR Tênis de corrida a cada 250-500 milhas (após esta distância, os calçados perdem 40% da capacidade de absorver impacto e oferecer suporte).

USAR palmilhas quando necessárias,

DICAS alimentação equilibrada e  de higiene do sono, na busca do sono reparador.

EVITAR  aumentos bruscos na intensidade e duração dos treinos. evitar excesso de treino “overtraining”,

CORRIGIR  compensações de lesões prévias,

RESPEITAR  períodos de descanso para reparação musculoesquelética,

CINESIOTERAPIA: seguir planejamento de treino, com atividades de preparo físico, alongamento, fortalecimento muscular, equilíbrio miofascial e adequação dos vícios posturais.

Ressalta-se a necessidade de alongamentos diários de panturrilha e exercícios excêntricos de panturrilha para prevenção fadiga muscular. Além disso, enfatiza-se a necessidade de fortalecimento do músculo tibial anterior e os outros músculos que controlam a inversão e eversão do pé.

FONTE: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2848339/figure/Fig1/

Os pacientes também se beneficiam de exercícios terapêuticos de fortalecimento dos músculos estabilizadores tronco e pelve “CORE”, melhorando a biomecânica da corrida e prevenindo lesões por sobrecarga.

TERAPIAS MANUAIS não invasivas para reduzir tensão muscular e liberação miofascial, devendo corrigir disfunções de toda cadeia cinética (coluna, articulação sacroilíaca, pelve, desbalanços musculares, etc). Há uma variedade de técnicas, incluindo osteopatia, quiropraxia, manipulação fascial – Stecco, entre outros. O objetivo destas terapias é restaurar a amplitude de movimento normal, promover simetria dos músculos e tecidos moles, restaurando a unidade funcional da articulação.

TREINO PROPRIOCEPÇÃO e EQUILÍBRIO, com objetivo de reaprendizado neuromuscular, aumentando a eficiência da articulação e dos músculos estabilizadores, ajudando o corpo a adequar-se a superfícies irregulares.

 

FONTE: http://www.actafisiatrica.org.br/detalhe_artigo.asp?id=102

REPOSIÇÃO Cálcio, vitamina D e hormonal se indicado, particularmente em mulheres

ÓRTESES E MEIOS AUXILIARES  indicados em casos severos e fraturas

TERAPIA POR ONDAS DE CHOQUE EXTRACORPÓREA (ESWT) pode ser indicada para tratamento de lesões prévias associadas, inclusive tendinopatias de tornozelo e pé, fasciíte plantar e tendinite aquiles.

AUTO-CUIDADO: auto-liberação miofascial, auto-alongamentos,

TAPING

Procedimentos de Reabilitação – Mesoterapia e  Infiltrações periarticular, quando indicado.

Procedimentos Terapêuticos de Reabilitação – Minimamente invasivos: Acupuntura, Inativação dos pontos gatilhos miofasciais ativados, Bloqueio Neuromuscular com Toxina Botulínica (Ex. Botox), proloterapia, injeção autóloga de sangue, injeção de plasma rico em plaquetas

Procedimentos cirúrgicos
Casos refratários ao tratamento de reabilitação podem ser candidatos a cirurgia de fasciotomia posterior. Além disso, hastes intramedulares podem ser usados em caos de fratura de estresse.

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19 comentários

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  1. Tânia Alves

    Boa noite Dra.
    tenho canelite desde 2012, fazia treinamentos intensos, posteriormente parei por absoluto nas atividade por 8 meses, depois retornei novamente para as atividades de intenso impacto, e a dor retornou, chegando a dar fratura por estresse, em seguida fiz um novamente um repouso absoluto de 8 meses, vale ressaltar que nestes períodos de repouso absoluto, não senti dor, porem voltei as atividades de trabalho, desta vez sem a intensidade de impacto dos exercícios anterior, e mesmo assim assim a dor não saiu, são 24 horas com dor. ja fiz mais de 100 fisioterapias, acupunturas diversas, inúmeros medicamentos receitados por ortopedistas, e desta vez estou tomando a Deca, e ainda não vi diferença na intensidade da dor. Por fim, faço musculação, fortalecimento para músculos em geral. minha pergunta é se a senhora pode indicar um tratamento, fiquei sabendo que o tratamento com ozônio é uma ótima ideia.

    1. Maike Heerdt

      Prezada Tânia,

      Muito obrigado pelo seu comentário.

      Neste artigo sobre canelite, é exposto que as mulheres possuem algumas particularidades que devem ser abordadas pelo profissional especializado no tratamento da dor, como a necessidade de reposição de cálcio, vitamina D e hormonal. Procure um profissional médico especializado em medicina física e reabilitação para uma abordagem integrativa.

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  2. Renato

    Boa noite, trabalho na área de atividade física e tenho uma aluna que sentia dor em ambas as canelas e não conseguia subir o nível da esteira para uma velocidade que possa exigir uma caminhada mais intensa. Resolvi tira-la da esteira e colocar na bicicleta para fazer uma complementação de parte aeróbia e focar em alongamentos, exercícios para parte anterior e posterior (tíbia, gastrocnêmio e sóleo), um pouco de exercícios com instabilidades (disco) e usei caneleiras de 2kg na ponta do pé para fazer plantiflexão. Hoje ela apenas sente o lado esquerdo com menos intensidade como antes, porem ainda continua sentindo dor apenas no momento da velocidade aumentada. Pode ser ainda fraqueza ou encaminho para uma avaliação medica?

    1. Maike Heerdt

      Prezado Renato,

      Muito obrigado pelo seu comentário.

      Como podemos ver no artigo, a utilização de exercícios para o fortalecimento da musculatura é uma parte essencial no tratamento de canelite, porém devemos sempre olhar o corpo humano como um sistema integrado, sendo assim é importante que seja avaliado o conjunto biomecânico da sua aluna para estabelecer o melhor plano de tratamento da dor.

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  3. Vinicius Nascimento de Paula

    Boa Tarde!
    Sinto dor intensa nas ”canelas“ quando jogo bola, porém a dor persiste no decorrer da semana mesmo não praticando atividade fisica e, só para de doer com repouso. O que pode ser isso?

    1. Maike Heerdt

      Prezado Vinícius,
      Muito obrigado pelo seu comentário

      Pode ser um caso de estresse tibial medial. Alguns casos podem evoluir para fratura de estresse.
      Sendo essencial corrigir os fatores que aumentam o estresse tibial. Quais as medidas já realizadas?

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  4. OTAVIO AUGUSTO FERNANDES

    Bom dia. Fiz uma Ressonância Magnética e fui diagnosticado com Canelite, periostite e outros que não me recordo agora. O médico me receitou diprospam disse que iria agir durante um mês e repouso. O problema é que ainda sinto dores mesmo com o repouso… Tenho a panturrilha rígida que acho que ajuda com a dor mas o que me deixa confuso são as dores mesmo com repouso… Já fazem 3 semanas que ingeri o remédio e nada de melhorar. E eu quero voltar para os meus esportes… Quando passo a mão na minha canela sinto relevo altos como se fossem bolhas por dentro da canela. Vocês sabem me dizer se esses altos relevos tem relação com a canelite? Obrigado!!!!

    1. Maike Heerdt

      Prezado Otávio,

      Obrigado pelo seu comentário

      Passada a fase aguda e subaguda da dor, é importante buscar recursos terapêuticos para o tratamento da dor, como podemos ver no artigo existem soluções minimamente invasivas para o tratamento da dor como liberação miofascial, órteses, taping e diversos outras medidas. Quais foram os protocolos utilizados para o tratamento da dor pelo profissional que lhe acompanha?

      Att Equipe Dor Tem Tratamento

  5. roberto

    Boa tarde, muito bom o artigo, eu tenho uma varize na panturrilha e a angiologista mim indiciou abandonar a musculação,indicando a corrida, mas um dos tratamentos da canelite é fortalecer a panturrilha com a musculação, então o que fazer? faço a musculação com pouco peso para fortalecer a panturrilha para evitar a canelite nas corridas? Obrigado.

    1. Maike Heerdt

      Prezado Roberto,

      Obrigado pelo seu comentário

      É interessante verificar com o seu angiologista sobre a possibilidade de realizar exercícios com peso para a região panturrilha, pois cada caso deve ser avaliado de forma individual.

      Att. Equipe Dor Tem Tratamento

  6. Caio

    Olá Doutora. Sinto a canelite há mais de 1 ano. Dei uma parada e melhorou um pouco, mas só foi retornar a correr que voltou as dores na corrida ou pulando corda. Fui em um médico que passou ressonância para as duas canelas, mas fiquei com dúvidas se realmente precisa de uma ressonância para descobrir a causa. Já fiz até fisioterapia. Deu uma melhorada mas piorou com o retorno aos treinos, e olhe que fiquei parado por meses. Será que virou crônico?

    1. Maike Heerdt

      Prezado Caio,

      Muito Obrigado pelo seu comentário e compartilhar a sua história.

      Pensando na melhoria continua do site, abrimos um canal do youtube para que as pessoas possam obter mais informações em diferentes formas. Para responder a sua duvida sugiro o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=8N2AE8_cZ40 , onde a Dra Maike Heerdt responde qual a diferença entre dor aguda e dor crônica.

      Att Equipe Dor Tem Tratamento

  7. Francisco Jose R. Prado

    Boa tarde Dra. \há um ano venho sentindo dores na canela principalmente quando ando,e exatamente no local onde o desenho mostra estar aplicando uma injeção. A bicicleta ergometrica ajuda o tratamento ou enquanto estiver doendo não devo exercitar ?

    1. Maike Heerdt

      Prezado Francisco,

      Obrigada pelo seu comentário e interesse no assunto.
      É importante realizarmos uma avaliação de qual fase a canelite se encontra, como podemos ver no artigo, para a fase aguda, é necessário
      um repouso inicial por um período de 2-6 semanas e dependendo do caso reduzir o volume das atividades físicas.
      O exame presencial de um profissional experiente é fundamental para o sucesso do tratamento. Não desista de procurar tratamento para o seu caso!

  8. Maikon

    Bom dia, estou com uma dor a mais de 6 meses, essa dor começa na altura do tornozelo e sobe para Tibia. Meus exames ja deram como e edema e o ultimo que fiz deu periostite tibial distal.
    O ultimo medico me propos a tomar LYRICA 75mg, pois a dor que tenho é muito grande e não diminui, só consigo pisar no chão com analgesicos.

    Alguma sugestão do que possa fazer ?

    1. Maike Heerdt

      Prezado Maikon,

      Obrigada pelo seu comentário

      Para qualquer tipo de orientação é essencial a realização de exames solicitados e exames físicos presenciais, que facilitarão um melhor prognostico e encaminhamento do paciente. Não desista de procurar tratamento para o seu caso!

  9. marlene pereira

    bom dia meu marido esta sofrendo canelite ele e maratonista e isso esta impedindo seu treino que baseia – se em torno de 18a 20 km por dia agora esta com fortes dores existe um tratamento caseiro eficaz para esse problema

    1. Maike Heerdt

      Prezada Marlene,

      Obrigada pelo comentário e pelo interesse no assunto.

      A história e o exame físico são essenciais para qualquer tipo de orientação, resposta, procedimento e prognóstico. Não desista de procurar tratamento para o caso do seu marido.

  10. Luiz Carlos

    Minha Mãe esta com fortes dores na canela, ela tem osteoporose e foi operada recentemente do femur e colocou a protese, no femur, queria saber qual tratamento seria indicado para ela, ja que ela consegue andar com o anda já mais depois de alguns instantes a cenela começa a doer.

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